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Tristeza em alegria- a capacidade do cristão

 O luto é uma emoção poderosa, quem de nós em algum momento da vida já não experimentou tal fato? Seja na morte de uma pessoa querida ou mesmo de um animal de estimação. Ela em um primeiro instante nos coloca de frente para a realidade que se apresenta e de outra, da finitude de nosso corpo físico neste plano. É claro que neste contexto até mesmo a perda da fé pode acontecer, mas como o Tempo é o que nos remete ao estado de racionalidade cristão sabemos que o sofrimento é a prova cabal do quanto está dimensionada a nossa fé. 


Maria Madalena a experimentou. Era uma das discípulas que testemunhou todo o sofrimento do Filho de Deus até a hora final. E como o tempo de quem perdeu alguém muito querido e próximo, não passa- por instantes parece estar congelado na dor sem fim- aguardou e auxiliou o trabalho custoso, cheio de simbolismo. o embalsamar do corpo do Mestre e sua colocação no sepulcro.

De tristeza enorme e com uma saudade que não cabe e jamais será dimensionada foi até o sepulcro para fazer os devidos cuidados na cova onde estava o corpo de Jesus. Mas imagine como Maria se sentiu ao chegar ao túmulo e se sentiu ao encontrar não um corpo cheio de cicatrizes e mutilados, mas o Nosso Salvador vivo!


Em disparada e atônita e sai ao avisar aos discípulos sobre o ocorrido. João, aquele a quem Jesus mais amava, disparou na frente e Pedro, que também queria ver muito ao SENHOR, porém carregava em si a tristeza do remorso por ter justamente na noite de prisão de Jesus Cristo, após a traição de Iscariotes, ter negado três vezes, antes do cantar do galo, o seu conhecimento e convivência com o Rei dos Reis. Corria este ao encontro do Mestre mas com o peso no coração, com muita dor e tristeza. 

E nós, como estamos? Queremos encontrar a Jesus? Ou nossos remorsos nos fazem como Pedro que corremos para não chegar. É preciso entender nossas fraquezas e diminuir cada vez mais a tentação, cada vez mais facilitada de pecar; ou mesmo de negar o Evangelho. 


Jo 13, 21

 Jesus prediz que Judas o há de trair

Tendo Jesus dito isso, turbou-se em espírito e afirmou, dizendo: Na verdade, na verdade vos digo que um de vós me há de trair.

Então, os discípulos olhavam uns para os outros, sem saberem de quem ele falava.

Ora, um de seus discípulos, aquele a quem Jesus amava, estava reclinado no seio de Jesus.

Então, Simão Pedro fez sinal a este, para que perguntasse quem era aquele de quem ele falava.

E, inclinando-se sobre o peito de Jesus, disse-lhe: Senhor, quem é? 

Jesus respondeu: É aquele a quem eu der o bocado molhado. E, molhando o bocado, o deu a Judas Iscariotes, filho de Simão. 

E, após o bocado, entrou nele Satanás. Disse, pois, Jesus: O que fazes, faze-o depressa.

E nenhum dos que estavam assentados à mesa compreendeu a que propósito lhe dissera isso, 

porque, como Judas tinha a bolsa, pensavam alguns que Jesus lhe tinha dito: Compra o que nos é necessário para a festa ou que desse alguma coisa aos pobres.


E, tendo Judas tomado o bocado, saiu logo. E era já noite.

As últimas instruções de Jesus aos discípulos

Tendo ele, pois, saído, disse Jesus: Agora, é glorificado o Filho do Homem, e Deus é glorificado nele.

Se Deus é glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo e logo o há de glorificar.

Filhinhos, ainda por um pouco estou convosco. Vós me buscareis, e como tinha dito aos judeus: para onde eu vou não podeis vos ir, eu vo-lo digo também agora.


Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, para onde vais? Jesus lhe respondeu: Para onde eu vou não podes, agora, seguir-me, mas, depois, me seguirás. 

Disse-lhe Pedro: Por que não posso seguir-te agora? Por ti darei a minha vida.

Respondeu-lhe Jesus: Tu darás a tua vida por mim? Na verdade, na verdade te digo que não cantará o galo, enquanto me não tiveres negado três vezes. 

Pedro : "Só ele salva"

 Ao receber pedido de esmola de um coxo na porta do templo, cheio do Espírito Santo, Pedro respondeu: "Não tenho prata, nem ouro, mas o que tenho, isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda". Atos 3,6

Para a casta sacerdotal o incômodo persistia, mesmo sem a presença física do Mestre Divino. E isso pode ser explicado porque a conexão perversa entre doença e pecado favorecia a elite judaica do Templo de Jerusalém.

 É que para se curar, o doente tinha que pagar mais taxas e oferecer mais sacrifícios no templo, gerando um ciclo terminável de dívidas. Imagine o desconforto quando os relatos davam conta de que um judeu pobre da Galileia estava curando com um simples toque de mão.


Cheio do Espírito Santo, Pedro respondeu:

"...em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dos mortos, em nome desse é que este está são diante de vós..." , e prosseguiu:

" E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pela qual devemos ser salvos." Atos 4,12

 

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 Nova vida em Cristo - O propósito Fragilidade, falibilidade. Isso norteia a nossa miséria. Mas ao orar, Jesus fica ao lado pois ELE é mais ...